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Golpe do whatsapp

Ministério Público acredita que mais pessoas estão envolvidas em esquema

O grupo criminoso responsável pelo golpe do whatsapp pode ser ainda maior, de acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O esquema foi desarticulado durante a operação Camaleão, deflagrada nesta quarta-feira (6).


Conforme as investigações, o grupo era bastante estruturado para aplicar o golpe que tinha como uma das fases, o pedido de transferência de dinheiro via PIX. Porém, não foram detalhadas quais as tarefas que cada um dos 7 membros detidos neste primeiro momento da operação.


O que as autoridades pontuaram é que a organização criminosa pode sim, ser ainda maior. Isso será apurado a partir da quebra dos sigilos dos telefones que foram apreendidos hoje.

Os investigadores frisaram, contudo, que os envolvidos detidos hoje não estavam em unidades prisionais do Estado. Entretanto, não confirmaram que se essas pessoas já têm passagem criminal.


Os presos serão levados para Minas Gerais onde serão ouvidos e devem responder pelos crimes cometidos.

Levantamento de vítimas

De acordo com as investigações iniciadas em junho de 2021, uma organização criminosa foi constituída em Mato Grosso para aplicar golpes em vítimas de diversos estados do país.

Em Minas Gerais já foram contabilizadas, até o momento, 40 vítimas. Os demais registros em outras unidades da federação ainda estão sendo levantadas pela investigação.


O perfil dessas pessoas não foi delimitado pelos investigadores, mas há casos de todos os níveis sociais, de conhecedores de noções jurídicas até quem sequer compreende o cenário tecnológico.


O MPMG frisa, porém, que esse tipo de crime depende do registro da vítima, portanto, é necessário que a pessoa que caiu no golpe procure a polícia e denuncie o fato.


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