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Funcionários da Caixa podem entrar em greve


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Há 160 anos a Caixa Econômica Federal é o banco de todos os brasileiros, mas pode deixar de ser no próximo dia 29 de abril. O Governo Bolsonaro e a direção do banco programam a abertura de capital da Caixa Seguridade, abrindo caminho para a privatização do banco.

Diante dessa decisão, os empregados da Caixa Econômica Federal aprovaram Estado de Greve, em assembleia nacional virtual, realizada na quinta-feira, 22 de abril. O presidente do Seeb/MT, Clodoaldo Barbosa, o resultado da Assembleia dos empregados da Caixa, “foi uma decisão importante dos bancários, em resposta ao anúncio da direção da empresa em vender as ações do banco - que junto com o desmonte imposto pela direção é um passo largo para a privatização da Caixa, além disso mostra que estamos atentos e iremos resistir ao projeto de privatização”.

“Também é um sinal de alerta que a qualquer momento, a categoria poderá deflagrar uma greve, por tempo indeterminado, para defender o patrimônio público dos brasileiros, nossos empregos e nossos direitos garantidos ao longo de décadas”, completou o secretário de finanças do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb/MT) e presidente Associação dos Empregados da Caixa (Apcef-MT), John Gordon Ramsay.


“A privatização da Caixa compromete o futuro de outros patrimônios dos empregados, como o Saúde Caixa e a Funcef (Fundo de previdência dos empregados da Caixa). Além disso, o banco ainda está aproveitando o momento para impor metas. Cada agência deve vender parte das 450 milhões de ações a serem abertas na bolsa no dia 29 de abril. Ou seja, como acionistas, os bancários serão reféns da própria exploração”, explica John Gordon.

"Vamos dizer não à privatização, cobrar melhores condições de trabalho, respeito aos direitos dos bancários e ao que foi acordado pelos sindicatos com a direção da empresa. Só a luta garante direitos, e a participação dos empregados da Caixa, e dos usuários é fundamental para defendermos o caráter social e o fortalecimento do banco de todos os brasileiros", conclama o diretor regional do Médio Norte do Seeb/MT e empregado da Caixa, Luiz Edwiges, ressaltando que a mobilização é o único caminho que temos para denunciar a venda fatiada do único banco do Brasil 100% público.


Mobilização – Empregados da Caixa em Estado de Greve

Os empregados da Caixa Econômica aprovaram em Assembleia Nacional Estado de Greve. E, indicação de paralisação de vinte e quatro horas, no dia 27/04. Aqui, em Mato Grosso, a categoria optou por uma manifestação, que será realizada amanhã, 27 de abril, Dia Nacional de Luta contra a privatização e a descapitalização do banco público, por mais contratações, fim das cobranças de metas abusivas, em plena, pandemia e vacina para todos os bancários e toda a população. A concentração, será a partir das 7h, na Caixa - Agência do Coxipó, localizada na Avenida Fernando Correa da Costa.

Assessoria de Imprensa